A liberdade e o voto nesta eleição

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O voto é personalíssimo, somente pode ser exercido pessoalmente. É obrigatório e igual para homens e mulheres, porém apesar da obrigatoriedade, podemos justificar, havendo inclusive sanção para ausência não justificada. O eleitor pode escolher quem ele bem entender, diante dos candidatos inscritos, ou votar em branco e até mesmo anular seu voto.

E comum neste período eleitoral repressões, ditaduras ou terrorismo, grupos de pessoas desocupadas que se esquecem de viver sua própria vida em busca de respaldo oposicionista.

A politica continua essa possibilidade é a garantidora da liberdade, a liberdade instala-se no interior da vontade, esta como opção é livre. Não se pode obrigar alguém a querer. A liberdade é preceito fundamental à igualdade e seu real exercício. Segundo a concepção do livre arbítrio.

Além do mais ninguém é obrigado a expor sua preferencia, é algo pessoal, aqueles que tiveram vez e não aproveitaram a fila anda e o próximo poderá ser o meu escolhido(a).

Através do voto o povo escolhe quem deve representá-lo, quem está qualificado para isso, podendo optar por quem realmente garanta o cumprimento de suas reivindicações, da ambição social global e não individual. A mudança do voto está exatamente no próprio voto. O voto é, tecnicamente, o melhor instrumento de mudança social que um país livre e democrático pode possui. É uma conquista da sociedade como um todo. Votar é a maior arma que temos contra a impunidade, a desesperança, o descrédito, a violência, a falta de educação e ensino de qualidade, público e gratuito para todos, a fome, a corrupção, os apadrinhamentos escusos e o subdesenvolvimento.

Por isso, apesar de defendermos claramente a liberdade do ato de votar ou não, somente através do voto mudaremos para melhor a sociedade em que vivemos.

Dj Aildo

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