Política ou Politicagem? Cuidado com o candidato bissexto que só aparece de 4 em 4 anos

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Política é um exercício de poder de um homem sobre outro homem, quando se busca utilizar do poder para defender os direitos de cidadania e do bem comum. “Politicagem” são atos inescrupulosos, que visam o benefício próprio e não a coletividade, são ações de politiqueiros que querem se dar bem às custas do povo. 

Esse é exatamente o perfil do possível pré-candidato a prefeito, da oposição do município de olho D’água do Borges! o famoso candidato “Bissexto”.

A falta de compreensão dessa diferença é que tem definido a postura da maioria do povo brasileiro, uma postura confusa e de escolhas equivocadas e maléficas no contexto político brasileiro e local. Os eleitores e lideranças tendenciosos e os candidatos interesseiros são os responsáveis pela politicagem e a crise pela moral na política que vivenciamos hoje. É preciso que examinemos com precisão, a grande diferença entre a política e a politicagem.

Os políticos que praticam a politicagem, gostam de fazer mídia  no período eleitoreiro, parecem ser amigos, mas não são, utilizam todos os meios para impressionar os incautos. Eles se elegem por causa dos cidadãos desinformados e imaturos, que não pensam e que não têm discernimento e acabam votando em pessoas desse tipo.

Nesse tempo tão tumultuado, quando passamos por uma crise profunda, precisamos dizer definitivamente não à politicagem. Precisamos de políticos de caráter. É necessário dizer sim à política séria, comprometida com a verdade, com a integridade, com a governabilidade e com o bem-estar do povo. A política está à serviço da justiça social, distribuição de renda, saúde de qualidade, segurança eficaz e eficiente, educação de excelência e uma consciência profunda de igualdade e fraternidade.

O Brasil não avançará enquanto houver a politicagem! Enquanto houver políticos e “lideranças” que pegam propinas e se vendem em troca de cargos e outros benefícios, políticos que só aparecem de 4 em 4 anos, políticos que praticam corrupção e outros desmandos. Precisamos eliminar no voto, os maus políticos que praticam a politicagem e com isso gera a falta de confiança e a credibilidade política.

O candidato bissexto

Você já deve ter notado que, de 4 em 4 anos, o mês de fevereiro ganha um dia a mais. Passa de 28 para 29 dias. O ano bissexto! Assim é o possível pré-candidato Jackson Queiroga, que por falta de opção ou de discernimento politico dos seus “liderados”, ainda o têm como “líder” da oposição. Líder esse, que só lembra do seu “povo” de quatro em quatro anos (em ano bissextos), visitando as casas, bairros e zona rural, em busca de votos para tentar se dar bem, às custa do eleitor desinformado.

Qual a razão do político só aparecer para o povo em ano eleitoral? A resposta é muito simples. É por que ele só querer seu voto, e ponto final. É isso! No período da corrida olímpica pelo voto, ele deixa de ser ante social, antipático e passa a sorrir, cumprimentar, dar beijo, abraço, tapinha no ombro, pegar criança no colo e etc. Ou seja, comportamento característico do politico que só aparece de 4 em 4 anos, no período eleitoreiro.

Logo após o fim da olimpíada eleitoral, o teatro eleitoral se acaba, e o ”líder” some por mais quatro anos. Com isso quero dizer que não tem lona de circo que aguente! O eleitor tem mesmo é que dar uma resposta à altura a esse tipo de comportamento desprezível, reprovável e aviltante, do político bissexto.

Votar é obrigatório, porém mesmo não concordando com esta imposição, não é inteligente da parte do eleitor, desperdiçar esta oportunidade de exercer a democracia e o poder de escolha. Quem não participa do processo político, não conhece as pessoas envolvidas e acaba por jogar o seu voto fora dando oportunidade aos aproveitadores de se beneficiarem e tirar proveito as custa do voto.

O voto consciente é a grande arma do povo, é preciso levarmos a sério as eleições, é a chance de elegermos pessoas que representam nossos interesses e mandar embora aqueles que não nos representa, e que já praticaram erros, escândalos, corrupção, fraudes e etc. É uma maneira de darmos a alguém a chance de nos representar de forma legítima e, por isso, não vale a pena vender ou trocar o seu voto. Sejamos cautelosos. O voto é um instrumento de democracia e cidadania.

Gilberto Dias

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