Estudo revela que tirar cochilos durante o dia é benéfico para o cérebro

Estudo revela que tirar cochilos durante o dia é benéfico para o cérebro
Redes Sociais


Um estudo publicado na última segunda-feira(19), na revista Sleep Health, revelou detalhes de uma pesquisa inédita, desenvolvida pelos pesquisadores da University College London (UCL) e da Universidade da República do Uruguai (Udelar). Em que mostra, como os cochilos durante o dia podem ser benéficos para a saúde do cérebro e bem-estar do corpo. Contudo, alertam sobre o excesso da prática que pode causar o efeito contrário e ser prejudicial.

De acordo com o estudo, o cochilo que normalmente tiramos durante a tarde pode ajudar a melhorar a saúde do cérebro à medida que envelhecemos. Essa soneca matinal está entrelaçada com o melhor funcionamento do cérebro e auxilia no combate da demência, entre outras doenças causadas pelo desempenho cerebral.

Segundo os pesquisadores, houve uma diferença significativa entre aqueles que cochilam e os que não cochilam, cerca de 2,5 a 6,5 anos de envelhecimento cerebral. “Nossas descobertas sugerem que, para algumas pessoas, cochilos curtos durante o dia podem ser uma parte do quebra-cabeça que pode ajudar a preservar a saúde do cérebro à medida que envelhecemos”, Informou Victoria Garfield, pesquisadora sênior da UCL e autora da pesquisa.

A Presidente da British Neuroscience Association e vice-diretora do Center for Discovery Brain Sciences da Universidade de Edimburgo, Tara Spires-Jones, afirmou que apesar da pesquisa ter sido “bem produzida”, ela pode apresentar uma limitação de fatos, porque foi baseada em autorrelatados, “um aumento pequeno, mas significativo, no volume do cérebro em pessoas que têm uma assinatura genética associada a tirar sonecas durante o dia”, declarou ela ao Science Media Center sobre o estudo. Entretanto, ela ressalta a importância da pesquisa mesmo com suas limitações, “este estudo é interessante porque acrescenta dados que indicam que o sono é importante para a saúde do cérebro”, Disse ela.

Uma das principais autoras do estudo, Valentina Paz, pesquisadora da Universidade da República do Uruguai e da UCL, em nota a CNN, informou que concorda com as “limitações” apontadas, mas que o método usado apresentou bons resultados durante o estudo e estão “confiantes” com o progresso.

Do r7


Redes Sociais

djaildo

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *